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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Maestro de si . . .


Até nos acordes mais tristes relata-se a felicidade, uma gota de somas vezes nos acarreta um rio de lágrimas, e quanto nos inunda e nos consome tais águas expressivas, então, bebemos o canto que não é salgado, mais é de arder os olhos de qualquer oposto que o veja se libertar, se faça corajoso, com medo, feliz, e até triste... Mais deportado nunca, se a sinfonia tardia de nunca te entedia, então que seja intensa a orquestra de sua vida, chore a melodia cotidiana, mas cante a notória liberdade de enxugar a alma . . .

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